Diretor executivo do Trem cobra maior apoio ao clube antes do mata-mata da Série D

Classificado pela primeira vez para a fase de mata-mata da Série D do Campeonato Brasileiro, o Trem vive um momento histórico na competição. A equipe inicia a disputa por uma vaga na próxima fase neste domingo, quando enfrenta o Sampaio Corrêa, no Estádio Castelão, em São Luís (MA). A partida de volta está marcada para o próximo sábado, no Estádio Augusto Nunes, em Macapá.

Às vésperas do confronto decisivo, o diretor executivo da Locomotiva, Bruno Caldas, comentou, em entrevista à Rádio CBN Amazônia 93.3 FM, sobre as dificuldades enfrentadas pelo clube e a falta de apoio institucional durante a campanha nacional.

Dificuldades para manter o futebol no Amapá

“Tem muita dificuldade para fazer futebol no estado da Amapá. E a gente não vê esse envolvimento da classe política, da classe esportiva nossa, com relação a esses jogos que trazem um poder de envolvimento tão grande pelos estados. E aqui a gente não consegue ver envolvimento político de absolutamente ninguém.”

Na sequência, o dirigente destacou que o clube ainda não recebeu apoio institucional e explicou os desafios financeiros enfrentados pela equipe ao longo da competição.

Clube busca apoio para manter as atividades

“O clube hoje não conseguiu ter nenhuma ajuda institucional ainda. E isso é muito difícil com um clube como a gente, que não tem patrocínio, que não tem cota. A gente precisa honrar salários indígenas para motivar os jogadores. Então a gente espera que, pelo menos, a classe política empresarial do nosso estado, junto com todos os nossos verdadeiros torcedores que gostam do futebol mapense, possam estar envolvidos nessa causa. Que possam comprar seu ingresso semana que vem, que possam nos ajudar a encher alguns tampones, para que a gente possa ter uma força no mundo de campo.”

Por fim, Bruno Caldas fez um apelo para que empresários e representantes políticos contribuam com o clube neste momento da temporada.

Apelo por apoio para a sequência da Série D

“E que, eventualmente, algum empresário, algum político que esteja interessado em poder fazer um gesto para um clube do nosso estado, que está lutando por tantas dificuldades, que nos procure. Procure a diretoria do clube e possa, de alguma maneira, poder fazer algum gesto para que a gente possa entrar muito forte nesse mata-mata.”

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